Com a criação do Programa Nacional de Imunização (PNI) no Brasil em 1973, a população passou a ter acesso às vacinas com o objetivo de reduzir a incidência e a taxa de mortalidade por doenças imunopreveníveis, como tétano, difteria, sarampo, rubéola, caxumba, poliomielite, febre amarela, dentre outras.

Desde então, o Ministério da Saúde ressalta a importância da vacinação, recomendada como maneira mais eficaz de prevenir e diminuir a ocorrência de doenças que podem ser graves e até fatais.

As vacinas são preparações compostas por bactérias ou vírus cultivados em laboratórios, tratados para que percam o poder de contaminação. Ao serem introduzidas no organismo, essas soluções desencadeiam uma reação do sistema imunológico, estimulando a formação de anticorpos e tornando o organismo imune ao agente patogênico e às doenças por ele provocadas.

Em 2014, três novas vacinas foram incluídas no PNI: HPV, varicela e hepatite A, bem como a vacina tríplice acelular para gestantes que protege tanto a mãe quanto o bebê contra a difteria, coqueluche e tétano.

A população brasileira é privilegiada em relação à percepção da importância da imunização. Falta, porém, uma conscientização a respeito da vacinação em adultos, pois a impressão que as pessoas têm é de que a vacina é coisa de criança. Segundo o Ministério da Saúde, os adultos também precisam manter em dia a caderneta de vacinação. O órgão de saúde diz que a partir dos 20 anos as vacinas contra hepatite B, febre amarela, dupla adulto (difteria e tétano) e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) devem ser tomadas.

Conforme dados do Programa Nacional de Imunização, os idosos cada vez mais frequentam as campanhas e mantêm o calendário vacinal em dia, já o público de adultos jovens, principalmente os homens, comparece menos aos chamados para a vacinação.

Existem vacinas recomendadas para as gestantes que são vacinas inativadas – hepatite B, tríplice bacteriana acelular do adulto (difteria, tétano e coqueluche) e influenza. Essas vacinas visam proteger as gestantes das doenças que são mais graves neste período, como a influenza; e o bebê, nos casos da hepatite B, tétano e coqueluche.

Os adultos devem manter o calendário vacinal em dia, pois na fase adulta também ocorre a transmissão de várias doenças que poderão ser preveníveis por vacinas indicadas para essa faixa etária.

Para conferir o calendário vacinal do adulto, acesse o site:

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto-2016-17.pdf

Enfermeira Sônia da Silva

Coren/SC 383.225

Atenção Integral à Saúde

 

 

 

 

 

 

 

Qualirede